Guia completo sobre o fisiculturismo masculino

Vai começar a treinar ou quer dar um gás ao seu treino que parece não evoluir, nem sair do lugar? Veio ao lugar certo! Reunimos tudo o que você precisa saber sobre fisiculturismo masculino: como treinar, o que comer, qual a melhor suplementação e que reforços usar.


Mas não é só isso! Se quiser transformar a musculação em esporte, e até competir, vamos dar a você um panorama sobre modalidades, categorias e dizer quem são os principais atletas do ramo. Um guia completo sobre o assunto e que vai transformar o seu treino. Continue a leitura para saber mais!

O que é fisiculturismo?

Fisiculturismo é uma prática que tem por objetivo fortalecer os músculos. Ele ganhou uma legião de apaixonados pelo mundo. Para moldar o corpo da melhor forma, os praticantes mantêm variações nas contrações em relação a ângulos para alcançar o melhor desenho dos músculos.

Além disso, quem busca a hipertrofia utiliza algumas estratégias, não só de treino, mas de vida, para chegar ao seu objetivo. Isso inclui descanso adequado, nutrição especial — com reforço no consumo de proteína —, e suplementação alimentar.

O fisiculturismo masculino, quando encarado como esporte, tem espaço nos Jogos Pan-americanos e nos Jogos Asiáticos — além de competições locais —, e tenta lugar nos Jogos Olímpicos.

Para participar das competições, os atletas precisam atender a alguns pré-requisitos, como ter volume dos músculos, proporção entre eles e definição muscular. A competição é disputada por meio da comparação das seguintes condições:

  • tamanho dos músculos;
  • força;
  • proporção;
  • definição;
  • estética.

Origem do fisiculturismo masculino

Uma das primeiras referências históricas relacionadas ao fisiculturismo vem da Grécia e faz referência a Milon de Crótona. Ele era um atleta olímpico invejado, e seu treino era baseado em carregar um bezerro. Ele colocava o animal nas costas e andava. À medida que o animal crescia, seu corpo ia acompanhando as adaptações necessárias para continuar andando com o bezerro nas costas.

Ou seja, é a primeira aplicação do “princípio da sobrecarga” de que se tem notícia e que prega o aumento de pesos aos poucos para promover a evolução fisiológica.

Primeiros campeonatos

Já na história moderna, o esporte só foi se desenvolver no século XX. Em 1939, foi criado o Mister América, e em 1940, acontece o primeiro campeonato de fisiculturismo, mas que não utilizava a força como meio de avaliação. O campeão foi John Grimek, que exibia volume, simetria, definição e proporção acima da média para a época.

O Mister Olympia só surgiu em 1965. Ele teve como campeão Larry Scott, mas o mais famoso vencedor da competição é o ator e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenneger. Ele faturou o campeonato 7 vezes, tornando-se um dos maiores ícones do fisiculturismo. Contudo, Arnold não foi o maior vencedor da competição, esse feito ficou para Lee Haney e Ronnie Coleman, com 8 conquistas cada na chamada era de ouro do fisiculturismo.

O final dos anos 80 e o início dos anos 90 ficaram conhecidos no mundo bodybuilding como era “freak”, com atletas exibindo físicos cada vez maiores. Muito desses resultados eram obtidos com o avanço no conhecimento das dietas, treinos e estudos fisiológicos, mas também da entrada de esteroides e anabolizantes na equação, o que produzia corpos cada vez maiores.

Fisiculturismo hoje

Os anos 2000 são marcados pelo “boom” das academias e pelo interesse cada vez maior em cuidar do corpo. Isso vem acompanhado de estudos e investimentos em um mercado extremamente aquecido. Esse cenário trouxe uma oferta maior de informação, suplementos adequados a cada objetivo e físicos mais completos e otimizados, sem danos à saúde.

Categorias do fisiculturismo

O esporte é regulado pela Federação Internacional de Fisiculturismo e Fitness (IFBB), que tem representantes no Brasil: a IFBB Brasil. A entidade foi fundada em 1940 e supervisiona os principais eventos internacionais do esporte — especialmente os Campeonatos Mundiais e Continentais. Além disso, ela define as categorias competidoras que, no fisiculturismo masculino, estão divididas em quatro tipos: bodybuilding, fisiculturismo clássico, men’s physique e bodyshape.

Bodybuilding

Também conhecida como fisiculturismo, é a modalidade em que os atletas treinam para desenvolver todos os músculos do corpo, que devem obter seu tamanho máximo, mas de forma equilibrada e harmônica.

Em uma competição, os julgadores avaliam se existem grupos musculares subdesenvolvidos ou pontos fracos. Os atletas que conseguirem maior riqueza de detalhes na construção muscular recebem as maiores notas. Eles também são avaliados pela visão geral do físico, que deve ter proporcionalidade e simetria.

Na pré-competição, o atleta deve ter um treinamento e dieta especiais para diminuir a gordura corporal ao nível mais baixo possível. Também deve eliminar a água abaixo da pele. Isso confere um aspecto seco e que ajuda na exibição do músculo em toda a sua forma.

Durante a exibição, os atletas devem executar poses obrigatórias, que ajudam a ressaltar os músculos para a avaliação dos árbitros, se apresentar de sunga (que deve ser de cor sólida, sem brilhos) e descalços. Eles não devem ter tatuagens que dificultem a visualização da musculatura, o que pode acarretar perda de pontos, nem deformidades musculares ou ginecomastia (crescimento da mama).

A competição inclui ainda uma rodada coreográfica com exibição do físico por 60 segundos ao som de uma música escolhida pelo atleta. A apresentação deve ser atraente, com poses obrigatórias e poses e movimentos não obrigatórios. A classificação é obtida a partir das notas das rodadas de físicos e da rodada coreográfica.

A categoria Bodybuilding tem subdivisões, que se organizam por peso e idade:

Sênior

Organiza-se por peso e tem oito divisões: até e incluindo 65 kg; até e incluindo 70 kg; até e incluindo 75 kg; até e incluindo 80 kg; até e incluindo 85 kg; até e incluindo 90 kg; até e incluindo 100 kg e acima de 100 kg;

Máster

É organizada por idade e por peso e tem três divisões:

  • Máster I (40-49 anos), com as categorias: até e incluindo 70 kg; até e incluindo 80 kg; até e incluindo 90 kg e acima de 90 kg;
  • Máster II (50-59 anos): até e incluindo 80 kg e acima de 80 kg;
  • Máster III (acima de 60 anos): categoria aberta.

Fisiculturismo clássico

É ideal para atletas que não querem desenvolver muito seus músculos, optando por uma silhueta mais “clássica”. Para avaliar esse físico, foi criada uma tabela de adequação, em que o peso dos concorrentes é limitado de acordo com sua altura.

É dividida em quatro categorias:

  • até e incluindo 1,68m;
  • até e incluindo 1,71m;
  • até e incluindo 1,75m;
  • até e incluindo 1,80m;
  • mais de 1,80m.
Aqui, como os músculos são menos desenvolvidos, avalia-se com mais atenção a qualidade e a visão geral do físico. Observam-se ainda as proporções do corpo e linhas, a forma muscular e a condição que o atleta se apresenta no dia da competição (densidade, nível de gordura corporal, definição e detalhes). A avaliação é feita durante apresentação com poses obrigatórias, em que os atletas desfilam de sunga e descalços.

Men’s physique

Lançada em 2012, se tornou muito popular rapidamente por não exigir um corpo tão musculoso. Seu critério principal é o conjunto da beleza do físico do competidor.

A categoria atrai homens que realizam o treinamento com pesos a fim de manter a forma, mantêm dieta saudável e equilibrada e que preferem um corpo menos musculoso, com aspecto atlético e esteticamente agradável.

Durante a apresentação, os concorrentes são avaliados por sua forma e simetria adequadas, combinadas com alguma musculosidade e principalmente com um bom estado geral. Eles devem ter presença de palco, postura e realizar uma série de poses para mostrar o físico.

Na Men’s physique, os competidores não se apresentam de sunga, mas sim de bermuda estilo surfista, o que descarta a avaliação da musculatura das coxas. Mas no caso de empate, as panturrilhas são usadas como critério de desempate. Eles desfilam descalços e não devem usar nenhum tipo de acessório ou joia. Permite-se apenas o uso de alianças de casamento.

A categoria está organizada nas seguintes subdivisões:

  • juvenil: até 23 anos e duas subdivisões com limite de altura de 1,70m a 1,75m; e maiores de 1,75m;
  • master: acima dos 40 anos, sem limite de altura;
  • sênior: idades entre 24 e 39 anos. Alturas limites de 1,70m, 1,74m e 1,78m. Altura livre de 1,78m para cima.

Bodyshape

Também chamada de fitness coreográfico, essa modalidade é semelhante ao fitness feminino. É bastante parecida com a Men’s physique, pois os atletas exibem um físico menos malhado, mas ainda atlético. As diferenças da categoria anterior ficam por conta da exibição dos atletas — que inclui duas rodadas de físico e uma coreográfica — e da apresentação feita de sunga, o que exige a avaliação da musculatura das coxas.

Os árbitros avaliam a linha geral do atleta, buscando um físico masculino atlético. Na parte coreográfica, ele deve exibir força, flexibilidade e movimentos de ginástica, ou de outra natureza, mas que ajudem a exibir sua capacidade atlética.

No final, os pontos de todas as rodadas são somados e geram as pontuações finais e as classificações.

Quem são os principais fisiculturistas do Brasil?

Se você ficou empolgado com o fisiculturismo masculino e sua vertente mais competitiva, que tal conhecer os principais atletas brasileiros e quem sabe enveredar por esse caminho?

Eduardo Corrêa

O catarinense de 37 anos, que compete na Bodybuilding, é considerado o melhor fisiculturista da América Latina por ter todos os títulos como amador, além de ser o único atleta com título profissional e o único dentre os finalistas do Mister Olympia, principal competição profissional do esporte.

Ele faturou logo na estreia um título nacional, o de Mister Universo (campeonato mundial da categoria júnior). Começou sua ascensão na carreira em 2007, quando venceu o Campeonato Mundial da IFBB, e em 2008, quando levou para casa o Arnold Classic Amateur e o MD Cyber Classic.

Em 2009, classificou-se para a grande final do Mister Olympia, em Las Vegas, maior e mais importante competição profissional da modalidade, e consagrou-se ficando em terceiro lugar. Em 2010 e 2011, voltou a repetir o feito.

Em 2014, após uma cirurgia de reconstituição do tendão do tríceps, voltou a surpreender e ficou em segundo lugar no Mister Olympia. Não competiu em 2017 e 2018, pois se recuperava de algumas cirurgias, mas pretende voltar em sua melhor forma em 2019.

Fernando Noronha Maradona

O mineiro de 41 anos é outro destaque no mundo do fisiculturismo na categoria Bodybuilding. Ele chamou atenção em 2000, quando foi campeão mineiro, e não parou mais. Tem no currículo vários títulos da Nabba (National Amateur Body-Builders), da IFBB e foi um dos poucos brasileiros a competir no Mister Olympia, em 2011 e 2012, quando ficou em 9º lugar.

Norton James Murayama

O paulistano de 55 anos ingressou na musculação para ganhar massa muscular e ter melhores resultados nas artes marciais que praticava. Gostou tanto que acabou virando um dos maiores bodybuilders brasileiros. Seus maiores títulos são Campeão Mundial NABBA e 4 vezes Mister Universe NABBA (2007, 2008, 2009 e 2011).

Julio César Balestrin

O paulista de 39 anos, de São Caetano do Sul, é outro fortão que tem seu nome entre os grandes do fisiculturismo brasileiro. É bicampeão brasileiro nas categorias superpesada e overall de 2012 e campeão em 2008. Além disso, conseguiu passar da categoria amadora para a profissional ao faturar o Arnold Classic Brasil em 2013.

Fernando Sardinha

Outro paulista que arrasa quando o assunto é pegar peso. Com 49 anos, ele continua competindo em grande forma e tem no currículo um terceiro lugar no Mr. Universe, em 2008, um vice-campeão mundial do Mr. Universe NABBA, em 2016, e um  campeonato do Mr. Universe Master da WABB (World Amateur Bodybuilding Association), em 2017.

Quais são os prêmios?

Tanto empenho e dedicação merecem uma bela recompensa. E foi isso que aconteceu no Mister Olympia 2018, que pagou a maior premiação já dada na competição. Foram US$ 675 mil para Shawn Rhoden — o vencedor do evento —, algo em torno de R$ 2,5 milhões.

Já o Mister América, organizado pela Confederação Internacional de Fisiculturismo (IFBB), ofereceu premiação mais modesta, em torno de US$ 300 mil, para serem divididos por todas as categorias.

No Brasil, a IFBB Pro (profissional) distribuiu US$ 30 mil em competição ocorrida em março deste ano — cerca de R$ 112 mil —, e a Arnold Classic América do Sul, US$ 40 mil.

Alguns atletas dizem que a premiação nem é tão grande assim, se comparada proporcionalmente com tudo o que é investido, e que a recompensa costuma vir com a equação paixão pelo treino somada a bons resultados, que atraem patrocínios para esses atletas.

Quais são os principais campeonatos de fisiculturismo?

Agora vamos falar das principais competições no Brasil e no mundo para você que sonha em ser atleta do fisiculturismo masculino.

Para quem está começando, o ideal é iniciar pelos pequenos eventos até chegar ao Campeonato Brasileiro, organizado pela Federação Internacional de Culturismo e Fitness (IFBB). A IFBB também tem competições regionais e estaduais, que podem ser um bom “start” na carreira dos novatos.

Para quem já tem alguma experiência no ramo e quer alçar novos voos, uma das maiores competições do ramo é a Arnold Classic Brazil/ América do Sul. O evento é um dos maiores da América Latina e, além das competições, reúne marcas, expositores e lojistas, transformando-se em uma grande vitrine para os atletas.

Disputar uma competição internacional é o sonho de todo grande atleta. Só que para isso é preciso fazer um currículo nas competições em “casa”, dentro do país, ser alçado à categoria profissional e aí, sim, ser aceito nas competições internacionais.

O Oscar do fisiculturismo é o Mister Olympia, que tem Arnold Schwarzenneger como grande ícone, e oferece a melhor premiação do mundo. Mas, para chegar lá, é preciso ser muito, muito, bom e preencher alguns requisitos, como:

  • ter vencido anteriormente uma das edições da competição ou ter sido top 6;
  • ter ficado entre os 6 finalistas da Arnold Classic;
  • estar entre os 5 finalistas do mesmo ano no Nova York Homens Profissionais;
  • ter ficado entre os 3 finalistas de qualquer competição organizada pela IFBB durante o ano anterior à realização do Mr. Olympia;
  • ser campeão do Masters World Championships;
  • ser convidado pelo organizador do evento para participar como “special guest”.

Se você ainda não se encontra em nenhuma das possibilidades de participar do Mister Olympia, isso nos leva à segunda competição mais importante, e que dá passaporte para o Olympia, a Arnold Classic.

Ela acontece em Ohio, nos Estados Unidos e, além de ser uma das maiores do ramo, oferece a possibilidade de receber o prêmio das mãos do próprio Arnold Schwarzenneger. É realizada no mês de fevereiro, tem premiação de US$ 130 mil, um carro Hummer e um relógio da marca Audemars Piguet. Nada mal, não?

O outro passaporte para ir ao Olympia é ter participado de qualquer competição do IFBB, por exemplo, o Mister América — uma das mais antigas e respeitadas do ramo. Ela existe desde 1939 e oferece premiação em dinheiro e uma bela vitrine para quem está no esporte.

Como deve ser a alimentação do fisiculturista?

Se você acha que atletas fisiculturistas são grandes porque passam o dia todo na academia, enganou-se. Mas é fato que passam o dia todo comendo. É que a alimentação de um esportista desse nível é responsável em até 70% pelo sucesso da construção dos seus músculos. O restante fica por conta dos treinos e do descanso — outro fator importante para quem é bodybuilder.

A alimentação de um fisiculturista deve conter quantidades adequadas de proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais, com reforço na ingestão de proteínas, já que é esse o nutriente responsável pela construção dos músculos. Proteínas completas são encontradas na carne, ovos, leite e peixe.

Um atleta de alta performance pode chegar a ter a necessidade do equivalente a 4kg de proteína por dia, o que pode ser complicado consumir apenas por meio da alimentação, mas pode ser conseguido via suplementação. Outro elemento que merece atenção especial é a água. Responsável por hidratar o organismo, ela ajuda na eliminação de toxinas e também contribui para queimar gordura.

Carboidratos não são proibidos, mas deve-se dar preferência aos de baixo índice glicêmico (com menos açúcar), já que evitam a oscilação dos níveis de insulina e ajudam a manter a energia na corrente sanguínea durante os treinos, como os de definir peitoral. Outra estratégia para quem quer manter o nível de glicose baixo é realizar o aeróbico em jejum.

Após a musculação, os carboidratos de alto índice glicêmico com uma fonte proteica são liberados, já que a explosão de insulina direciona os aminoácidos para o músculo, favorecendo o crescimento da fibra muscular.

Esqueça as gorduras trans, refrigerantes e todo o tipo de comida industrializada e reforce o estoque de vitaminas e minerais, como a vitamina C e a B6. A primeira, ajuda a controlar a produção de cortisol para que a testosterona seja aproveitada no crescimento muscular; a segunda, ajuda a metabolizar aminoácidos, também importantes nesse processo.

Que tipo de suplemento o fisiculturista deve usar?

Toda e qualquer tipo de orientação suplementar deve ser feita por um profissional de saúde, que saberá alinhar seu perfil fisiológico às suas necessidades e objetivos a serem alcançados.

Fisiculturistas em fase de crescimento precisam de grande aporte de proteínas que nem sempre são conseguidas apenas com a alimentação. Nesses casos, a ajuda pode vir de suplementos à base de Whey Protein e de BCAA, que são formados por proteínas, têm baixo teor de gordura e ajudam no ganho otimizado de massa muscular.

Já a Dextrose e a Maltodextrina podem ajudar a fornecer energia para o músculo e melhorar seu desempenho no treino.

Para os dias de descanso, é importante que você continue alimentando seu músculo e promova a renovação do glicogênio. Nesse cenário entram em cena o Whey Protein e a albumina, que farão essa oferta de proteína em determinada refeição. A caseína — proteína de absorção mais lenta e ideal para consumir à noite — e o ácido β-hidroxi-β-metilbutirato ( HMB) também podem ser ótimos aliados. A creatina também pode entrar na lista de suplementos indispensáveis, já que ajuda na recuperação da energia da célula.

Como vimos, enveredar pelo universo do fisiculturismo masculino não é fácil, mas é apaixonante. Quem conhece esse mundo, dificilmente volta a ser o que era, mesmo diante de tanta disciplina envolvendo treinos, alimentação e até repouso.

Se você também se deixou levar pelo fascínio de transformar o próprio corpo, use nosso guia para se tornar um bodybuilder e competir. Quem sabe o seu nome não aparece no nosso próximo post?

Agora que você já sabe tudo sobre fisiculturismo masculino, que tal assinar a nossa newsletter e receber novos posts e informes diretamente no seu e-mail?

deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado
Campos obrigatórios são marcados *